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Cirurgia: só quando é necessária

Antes de operar, eu investigo. E esgoto tudo que dá pra fazer antes.

Muito caso de amígdala/adenoide grande responde a tratamento clínico — alergia, ambiente, imunidade, suplementação. Só quando o quadro é claro e o tratamento conservador não basta é que a cirurgia entra. E aí ela é feita com Coblation — radiofrequência fria, muito menos dor que o método tradicional.

Dra. Ane Trento Burigo Pavei realizando cirurgia com Coblation

‘Disseram que precisa operar’ — calma, antes vamos investigar

Toda mãe que ouve isso sente um aperto. E faz bem em pesquisar antes de marcar. Existem casos em que a cirurgia é o caminho certo — apneia clara, infecções de garganta 6+ vezes no ano, criança que não respira pelo nariz. Mas existem outros tantos em que dá pra resolver sem operar: tratar a alergia de fundo, ajustar ambiente, reforçar imunidade, suplementação clínica.

Por isso, antes de marcar cirurgia, eu reavalio. Olho o quadro inteiro, refaço o exame, peço o que precisa e converso com a mãe sobre as opções. Se a indicação é clara, a gente segue. Se dá pra tentar antes — a gente tenta.

Quando a cirurgia realmente é necessária — Coblation

Esgotadas as alternativas e confirmada a indicação, a cirurgia é feita com Coblation: radiofrequência em temperatura baixa (~60-70°C, contra os 400°C+ do cautério tradicional). Remove o tecido sem ‘queimar’ os arredores — menos dor, menos sangramento, criança voltando a comer e brincar muito mais rápido. É a forma que eu escolheria pros meus filhos.

O que eu faria pra você

Protocolos de tratamento

Os caminhos mais usados na prática. Levam tempo e, em muitos casos, têm manutenção contínua. O plano final é sempre individualizado depois da consulta — cada caso é diferente.

01Avaliação cirúrgicaQuando há indicação de retirada de amígdalas/adenoide.+

Duração: Consulta + agendamento

02Procedimento com CoblationIndicação confirmada — método escolhido.+

Duração: Cirurgia + internação curta

03Recuperação acompanhadaTodo paciente operado.+

Duração: 2-4 semanas de acompanhamento ativo

Decisão é individual

Antes do antibiótico de novo, agende uma consulta.

Toda escolha — protocolo regenerativo ou cirurgia — começa por uma boa avaliação. Vamos conversar sobre o seu caso.

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Saiba mais

Perguntas e detalhes

Disseram que meu filho precisa operar — vou ouvir uma 2ª opinião?+
Trago tudo: o que avaliou, exames, o que já tentou. Vou reavaliar do zero. Se a indicação é clara, conversamos sobre cirurgia. Se vejo espaço pra tentar tratamento clínico antes (alergia, ambiente, imunidade, suplementação), proponho começar por aí.
Toda criança com amígdala grande tem que operar?+
Não. Amígdala grande sem sintoma não opera. Operação entra quando o quadro está atrapalhando — infecção repetida, ronco com apneia, respiração bucal persistente — e o tratamento clínico já foi tentado.
Coblation é segura?+
É uma técnica consolidada, com estudos publicados há mais de 15 anos. Padrão em centros de referência no Brasil e no mundo. Quando a cirurgia é indicada, é a forma que eu escolheria pros meus próprios filhos.
Em quanto tempo a criança volta ao normal?+
A maioria volta a comer alimentos normais em 3-5 dias e à escola em cerca de 1 semana — bem mais rápido que a técnica tradicional.
Convênio cobre a Coblation?+
Alguns convênios cobrem. A gente conversa sobre isso na consulta — material específico pode ter custo adicional.
Baseado em evidência (referências científicas)+
  • Coblation tonsillectomy: outcomes in children · Cochrane Review
  • Coblation vs traditional dissection — pain and bleeding · International Journal of Pediatric Otorhinolaryngology

Antes do antibiótico de novo, agende uma consulta.

Conversa direta no WhatsApp comigo.

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CRM-SC 19940 · RQE 17211